Este ano eu vou prestar meu primeiro vestibular "valendo", e realmente estou tenso.
Eu sei que não estou estudando o bastante, e muito menos me matando como colegas de classe, até porque não viso unicamente uma instituição pública, como a maioria desses amigos, e sim o melhor no meu ramo: Relações Internacionais ou Economia.
Todos os dias eu vou a escola, o que acaba sendo mais um martirio (ainda mais porque não sou fã daquele lugar), do que um compromisso comigo mesmo, já que os vestibulares que eu pretendo, não são nada faceis(USP, PUC-SP Insper-SP, FGV-SP, Unicamp, Unesp, e eu deveria estar estudando mais.
O fato é que eu quero passar, mas não tenho ânimo algum para isso, não ao menos na escola onde estou, e com os estimulos que tenho recebido.Um exemplo é a maldita vereficação de leitura do colégio!Mandam a gente ler um livro, Iracema, no caso, que apesar de cair pesadamente nos vestibulares, é horrivél, algo totalmente cansativo de se ler, com termos antigos e chatos. Mas o pior de tudo isso, é que na hora em que eu fui fazer a prova, eu respondi tudo sem ler o livro, e tirei uma nota até que boa, 8, ou seja, dei sorte, ou a professora fez um teste de verificação de leitura de terceira linha(creio mais na segunda opção, hehe).
Já, para ler o que gosto, ultimamente escolas de economia, pricipalmente a austriaca, e fisica quantica(Hawking me fascina!), tenho me saido MUITO bem, "devorando" uns 10 livros por mês, com folga.
Seria eu um preguiçoso?
Eu tenho um projeto para o meio do ano, mudar radicalmente a minha vida.
Passos:
-Mudar de escola
-Novos amigos
-Estudar direito
-Dieta
Se tudo der certo, aposto que ano que vem já serei um aluno do Insper-SP ou USP.
Se não der...
Bom, espero que dê!
Abraço
" leiam os primeiros posts, tem muita coisa boa lá, eu garanto! "
domingo, 31 de maio de 2009
A Coreia do Norte, País comunista, localizado no sudoeste da Ásia é novamente o foco das atenções internacionais, devido a sua posição beligerante contra os EUA, Japão e Coreia do Sul.
Desde 1950, quando as duas Coreias se separaram, a rivalidade sempre foi alta, com o norte apoiado pela ex-URSS e pela China, e pelo sul apoiado pelo Japão e Estados Unidos, um "clássico" conflito captalismo x comunismo.
Porém com a queda da URSS em 1991, e a abertura da china, a coreia foi ficando cada vez mais atrasada em relação ao mundo.Seu sistema politico é praticamente uma monarquia, e o governo filtra tudo!Não se há acesso livre a NADA, e o mesmo estado, é extremamente repressor, eliminando seus inimigos como um rolo compressor vermelho, para evitar qualquer tentativa de libertação ou democratização da sociedade.
Junto com este teste nuclear, a coreia do norte, lançou também um missil de longo alcance, o Taepodong-II, que pode vir a atingir os terrirórios ultramarinos dos EUA, como Hawaii e Alasca, além da Coreia do sul, e do Japão.
A nova casa branca, da era obama, respondeu com pulso "fraco", dizendo apoiava uma solução pacifica.
Porém, Pyongyang, sede do governo, e capital da coreia do norte, apertou o discurso, e disse que qualquer ação que eles julgassem ser contra seu país, seria respondida com um ataque maciço à coreia do sul.
E foi quando o governo dos EUA mandou algumas dezenas de caças stealth F22 para o base de okinawa, no japão.
O Conflito está somente começando...
Então, como alguns amigos meus sabem, um novo estranho chegou em casa alguns meses atrás, um ford edge 2009, preto, e com vista roof.
minha surpresa, ao acessar o site www.syncmyride.com , é que a tela touchscreen, e o sistema de voz, e entertenimento do carro, que conta com um HDD de 10GB, pode ser atualizado, como um videogame ou computador normal!
baixei a atualização, e senti uma grande diferença na velocidade do sistema, e na qualidade do GPS, mas me surpreendi mesmo! um carro atualizavél?
pra mim, que sou meio geek, foi ótimo mesmo, mais um ponto pra Ford!
sábado, 30 de maio de 2009
Hoje eu usei pra esse ultimo texto, uma inspiração, digamos, inusitada.
lá estava eu, no msn, e quando chamo, ela.
minha musa sem nome, ao menos para os leitores. milhares de km nos separam, mas nunca estive tão junto dela, nem quando pude, em uma viagem que fiz no começo do ano.
Sabe quando você se sente impotente e feliz ao mesmo tempo? então, foi isso.
Impotente por não poder estar lá, ao lado da pessoa querida, e feliz por sempre contar com ela.
ultimamente, ela tem sido muito presente em meus pensamentos.
espero que seja reciproco.
Amor =D
O governo vem criando cotas, e bolsas para estudantes que fizeram o ensino em escolas publicas, entrarem em faculdades. Muito é discutido sobre isso, e o governo faz uma ampla propaganda de seus programas, como ProUni, e o Sistema de cotas, e diz que isso é educação para todos.
Eu não concordo.
Imaginem, que você fosse operado por um médico, que não teve base no ensino básico boa, e que passou por várias dificuldades na hora de concluir a sua graduação,e que devido a esta dificulade, tenha cometido um erro durante o procedimento médico.
Você poderia morrer. Nós Poderiamos morrer.
O grande problema do país, é ser hipocrita.Falar que dá educação para todos, quando na verdade, ele acaba formando profissionais que nem de terceira linha são, acaba formando profissionais incompetentes.
Creio que a liberdade deve ser total, e de todos.Se você quer ser médico ou engenheiro, tem que ter a capacidade de concorrer por uma vaga em universidade, e para isso, o acesso ao ensino deve ser total, e principalmente, ensino de qualidade para todos.
Deve-se oferecer a oportunidade de todos terem acesso ao ensino básico de ponta, para com essa oportunidade, escolham seu futuro do jeito que quiserem, e assim, todos estariam qualificados para o ensino superior.
Abraço, Humberto
A terceirização, usaria os fundos do governo para melhorar a educação, mas como?
colocariamos, por exemplo, um sistema unico de ensino em todo o país, como o anglo ou etapa, por exemplo, ou poderia ser algo desenvolvido pelas universidades, com apoio de grandes nomes da didatica brasileira.
construido o sistema de ensino, sua aplicação seria gradual, priorizando o ensino básico, de primeira à quarta série, e assim avançando gradualmente, em cada municipio do país.
como não é todo o país que tem infra-estrutura escolar ( principalmente nordeste e norte), deveriam ser criados centros de desenvolvimento para a infra-estrutura escolar nos estados, estes centros, seriam regidos e regulamentados por professores, onde cada cidade teria o seu professor chave, que faria a requisição de infra-estrutura para a sua cidade ou municipio ( cidades grandes teriam mais que um professor chave, claro), e essa requisição deve ser auditada pelo MEC, e pelo STF, para evitar irregularidades. assim, escolas, internet, material e verba seriam corretamente distrubidos as escolas.
Não podemos esquecer dos professores, que receberiam treinamento com base no novo sistema de ensino, melhorando assim sua didatica e capacidade de passar o conteúdo ao aluno, uma parte extremamente importante.
MEC e os outros orgãos governamentais, aplicariam provas,à cada semestre, para avaliar a qualidade do ensino no país, e assim, ir aperfeiçoando o sistema.
Estou começando a ficar com sono, amanhã melhoro esse texto =D
Cotas. é CLARO que isso segrega a população não-negra, pois nem todo negro é pobre, e nem todo branco/pardo/oriental, é rico.
Fato que é o governo Lula é segregador, mas nada pra segregar brancos ou negros, so pra ganhar votos mesmo, algo que é deploravél visto a atual situação do Brasil, em termos de Saúde e educação. algo que é visto como gasto, e nao investimento pelo governo Brasileiro. A terceirização do sistema de educação básico (até o ensino médio), é necessaria, já que o MEC e outros orgãos responsaveis acabam por segregar ainda mais a população, com livros que acabam "imbecilizando" os jovens que não tem condições de pagar por um ensino de ponta, o que é realidade da maioria esmagadora dos frequentadores de universidades de ponta, como PUC, USP, UnB, Unesp, Ufscar, Unifesp, UFMG, e várias outras. este fato so vem mudando com o ProUni e com o programa de cotas, ambos errados e segregadores, pois no primeiro, se o ensino básico não dá a BASE, como o cara se vira numa faculdade de ponta, onde em alguns casos o professor entra na sala, e passa 4 leituras, e pede uma sintese sobre assunto X, com um nome de um tal de Hegel que o cara nunca ouviu na vida, e na outra, afirma erroneamente que os negros são tão inferiores, que mal podem passar com seus méritos em uma boa faculdade/univesidade.
Então, venho convidar os meus amigos leitores do blog, para irmos juntos à Pontificia Universidade Católica de São Paulo, Assistir aulas de economia, relações internacionais e administração.
será dia 27 de junho, e no final termos um café no TUCA, teatro da univesidade católica.
Abraço, Humberto
Fui à bovespa, bolsa de valores do Brasil, esta sexta feira, com um grupo de amigos e professores da Insper-SP(ex:Ibmec-SP), acompanhar um pregão,e ter uma aula do funcionamento da mesma, com o ex-presidente da bolsa, por duas vezes, Fernando Nabuco.
foi um dia de relativa sorte. o dólar comercial desvalorizou, e a bolsa subiu.
enquanto saiamos, vi a preparação para o Desafio Bovespa, que foi hoje, e em qual, minha ex-escola falhou miseravelmente mais uma vez, e antes que perguntem, eu nunca fui chamado por essa instituição, para participar de tal concurso.
Admito que fiquei feliz ao saber que o grupo que foi nem sabia o que era FGTS.
Abraço, Humberto
O Keynesianismo e a Crise econômica
Desde setembro de 2008, quando o banco de investimentos Lehmann Brothers quebrou nos EUA, muito se vem discutindo sobre o que acontecerá com o capitalismo, se ele irá acabar ou se sua essência liberal vai se dissolver, criando um estado que intervirá fortemente em todos os setores, principalmente a economia.
Sinto dizer aos socialistas de plantão que, ainda não é a hora de comemorar o fim do capitalismo. Esta crise atual que vivemos, mostra o quanto a intervenção do governo atrapalha o desenvolvimento econômico em geral e a mesma acaba criando crises. Mas esperem, foi o estado que começou com a crise? Sim, foi.
Voltando a 2001, nas eleições presidenciais dos EUA, tínhamos dois candidatos, Al Gore (Democrata) e George W. Bush (Republicano). O partido democrata sempre seguiu a linha de pensamento de John Keynes (economista britânico). Ou seja, intervencionismo do estado na economia enquanto o partido republicano tinha mais simpatia pelo liberalismo de Friedman, com intervenção mínima do estado na economia. Porém, na eleição de 2001 George Bush, até então liberal convicto, fez uma proposta de campanha eleitoral: o norte americano teria o sonho da casa própria realizado, com subsídio do governo.
Bush ganhou as eleições de 2001 e, diferente do nosso país, quando um político promete, normalmente faz. E ele fez. Bilhões de dólares saíram das reservas dos EUA, para servirem de credito em vários bancos e empresas imobiliárias, como a Fannie Mae e a Freddie Mac. Milhões de americanos tinham acesso a este crédito e esses milhões, realizaram o sonho da casa própria.
O grande problema dessa história, é que a economia é uma maquina que gira como um relógio de pêndulo. Se você coloca mais peso, ele se desregula. E foi isso que o estado fez, colocou mais peso onde não devia: mais dinheiro numa economia que estava regulada.
Lembram do Paul? Aquele do meu outro texto? Ele conseguiu seu crédito graças à enxurrada de dólares federais nesse setor. Mas como volto a dizer, todos tiveram a mesma idéia do Paul: pegar o crédito do governo, comprar uma casa, reformá-la, e revendê-la. E continuar assim, comprando e revendendo, enriquecendo, e pegando mais e mais dinheiro do credito do governo para as reformas e compras de casas, aumentando ainda mais o esquema, uma bolha.
Aconteceu que o mercado ficou saturado de casas para vender e ninguém para comprar pois o mesmo crédito que o governo tinha dado aos bancos, estava agora, podre! Não valia nem ¼ do que era antes. O sonho de todo americano ter sua casa se transformou em desastre.
Mas por quê? Ganância capitalista? Não. O governo simplesmente ofereceu crédito aos bancos, que abaixaram a taxa de juros para crédito imobiliário, já que esse crédito era subsidiado pelo estado. Assim, milhões de americanos (incluindo nosso amigo Paul) pararam de gastar, pois simplesmente o crédito sumiu, evaporou-se. Agora, o governo dos EUA e Europa vêm estatizando bancos e outras empresas, ao invés de deixar a economia se auto-regular. Só espero que daqui a 50 anos, ao olhar para trás, possa ser percebido que isto não foi um grande erro.
Humberto Pereira Gonçalves Cimino
Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.
Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 63 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.
Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez...
O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil....parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.
Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.
Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do cartão de crédito.
Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.
Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir...
Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.
Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.
Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel... Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.
Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.
Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.
O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.
O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.
O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.
No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.
O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.
E no dia 15 de Setembro de 2008, o Lehman Brothers pediu falência, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos ) pontos no Indice Dow Jones, que mede o valor ponderado das ações das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de New York - a maior queda em um único dia, desde a quebra de 1929 ...
O dia 15/09/2008, certamente, será lembrado para sempre na historia do capitalismo.
Humberto Pereira Gonçalves Cimino